A Copa das Confederações da FIFA-2013 chega ao fim com dois confrontos entre europeus e sulamericanos. Na disputa do 3º lugar (Arena Fonte Nova - Salvador), a Itália derrrotou o Uruguai nos penaltis, com grande atuação do goleiro Buffon que pegou três cobranças uruguaias. Na grande final do Maracanã, o Brasil atropelou a Espanha, atual campeã mundial (estava invicta a 29 jogos) por 3 a 0, com gol relâmpago de Fred (1'32"), Neymar (44') e Fred (48'). Quando estava 1 a 0, a Espanha perdeu o empate com uma bola salvada pelo zagueiro David Luiz (como aconteceu na Copa de 1978) e Sérgio Ramos cobrou um penalti pra fora, já no segundo tempo. Enfim, no Maracanã não rolou o toque de bola da fúria - sentiram o templo do futebol, como se ainda ecoassem os gols de Pelé, Garrincha, Rivellino, Zico, Romário... Nesta nona edição, a média de público passou dos 40 mil expectadores, sendo os jogos disputados à tarde (menos a final) sob forte calor como aconteceu na semi-final entre Espanha e Itália jogada no Castelão (Fortaleza) com temperatura perto dos 30ºC. Na maioria das sedes da Copa das Confederações-13 fez calor, mesmo no inverno brasileiro, mas na Copa-14 com o total de 12 sedes a coisa vai ser um pouco diferente. Os estádios da Copa em São Paulo, Curitiba e Porto Alegre podem reeditar partidas sob temperaturas entre 5ºC e 16ºC em jogos válidos por uma Copa do Mundo disputada no Hemisfério Sul, desde o Mundial da Argentina (1978). No mesmo dia, poderemos ter jogos no Nordeste com o termômetro superando os 30ºC e no Sul caindo pra gelados 10ºC, confirmando a continentalidade do território brasileiro.
Neymar ficou com a bola de ouro (melhor jogador) e a chuteira de bronze (4 gols). A maior goleada do torneio foi Espanha 10 x 0 Taiti. A seleção representante da Oceania formada por jogadores amadores, ganhou a simpatia do público mesmo levando 24 gols em apenas três jogos. O Taiti marcou 1 gol contra a Nigéria, mas não tem chances de se classificar para a Copa-2014 no Brasil, sendo a vaga do continente decidida numa repescagem com o 4º colocado das Eliminatórias da Concacaf. Pela Ásia, já estão classificados Japão, Coréia do Sul, Irã e Austrália (não disputa pela Oceania). A seleção da Jordânia ainda está na briga: vai jogar com o Uzbequistão, onde o vencedor disputará com o 5º lugar das Eliminatórias da América do Sul a última vaga da Copa-14, totalizando 32 seleções.
A FIFA organizadora dos torneios no Brasil, também é responsável nas transmissões de tv pela cerimônia do hino do país (50s de música), pelas edições de imagens (replay) de lances de impedimento, assim como os gráficos de tempo do jogo (no formato 90 minutos) e a grafia do nome de cada país. Sempre assisti os jogos da seleção, onde o time do Brasil era escrito com "z", oficialmente pela FIFA. Se os leitores estavam atentos às transmissões, perceberam que no placar dos jogos da Copa das Confederações-13, finalmente, o nome do Brasil estava grafado com "s". E o que vai pegar na Copa-14 não é o "invencionismo" da caxirola (este instrumento de percussão é um tipo de chocalho chamado caxixi, tocado com o berimbau nos toques da capoeira, por exemplo) e sim, o vibrante Hino Nacional cantado nos estádios mesmo após o corte do áudio da cerimônia. Há tempos não cantávamos o "Ouviram do Ipiranga" com tanto verde e amarelo nos olhos, dentro e fora dos estádios de futebol. Brasil campeão, só mesmo na bola.
Olá amigos! Esta é uma página autoral sobre minha coleção de Futebol de Botão para divulgar times originais das marcas Estrela, Gulliver, Canindé, Crakes, Jofer, Sonata, Miniplay entre outras, além de botões customizados (botão genérico + adesivo ou arte), "signature" (artes especiais assinadas) e série vintage (restaurações de adesivos e réplicas digitais). Os artigos e fotos postados marcam a memória do futebol, sempre ligados aos botões e também à atualidades do esporte. Bem vindos!
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domingo, 30 de junho de 2013
terça-feira, 30 de abril de 2013
Espanha Copa 2006, o retorno da fúria
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| Futebol de botão da Gulliver "Germany 2006" com pintura perolada |
A ESPANHA entra na briga pelo título da Copa das Confederações da FIFA-2013, vaga conquistada por ser a atual campeã mundial (2010). A forte equipe espanhola também conhecida por fúria, manteve grande parte do elenco bicampeão da Eurocopa (2008/2012) para chegar como favorita ao torneio que começa em 15 de junho na Arena Brasília, com o jogo Brasil x Japão. A estréia da seleção espanhola é contra o Uruguai, em 16 de junho, na novíssima Arena Pernambuco, no grupo B que ainda tem as seleções da Nigéria e do Taiti. Em 2009, na última Copa das Confederações, a Espanha perdeu a semi-final para os Estados Unidos, frustando a expectativa de uma grande final contra o Brasil. No entanto, carimbou o favoritismo na Copa de 2010, na África do Sul, derrotando a Holanda, eterna vicecampeã, não só pelo conjunto do time que jogava com muita posse de bola, mas por jogadores como Puyol, Piqué, Xavi, Iniesta, Fàbregas e Villa (maior artilheiro com 53 gols). É a primeira colocada no ranking da FIFA, performance da atual "geração de ouro" espanhola, iniciada na Copa de 2006, na Alemanha, onde foi eliminada pela França nas oitavas.
O estilo de jogo da Espanha é agressivo desde o momento em que o adversário começa jogar, daí a forte marcação do meio-campo pra frente para tomar a posse de bola e conseguir chegar ao último passe, depois de um "insuportável" toque de bola. A fúria não "rifa" nenhuma bola, não dá chutão pra frente, ao contrário, os zagueiros saem pra jogar com qualidade, os alas não fazem chuveirinho na área e os atacantes recebem a bola na cara do gol. É a seleção a ser batida no futebol mundial, que tem como base o Real Madrid e o Barcelona. Aliás, vendo a Espanha jogar, parece um Barça sem o argentino Messi. Na Copa-14, nem mesmo o Brasil jogando em casa, nem a Itália "mordida" com os 4 a 0 na final da Euro-12, nem a Argentina do Papa, do melhor do mundo e de la mano de Dios, podem parar a Espanha. Talvez os alemães? Especialistas em desconstruir esquemas táticos de grandes seleções como a Hungria de Puskas (1954), a Holanda de Cruyff (1974) e a Argentina de Maradona (1990), a Alemanha com seu futebol pragmático pode anular a bola dos espanhóis. Só não conseguiu evitar o penta do Brasil em 2002 com dois gols de Ronaldo "fenômeno" na conquista da quinta estrela.
Em Mundiais, o penúltimo confronto entre Brasil e Espanha foi na Copa de 1978, na Argentina, fase de grupos. Um típico zero à zero de futebol truncado, sem brilho, capaz de arrancar nachos de grama do estádio de Mar del Plata. Além disso, o quê lembro da partida (assisti na casa de um amigo de ginásio) foi o lance de gol dos espanhóis salvo por Amaral (ex-beck do Guarani-SP) debaixo do gol de Leão. Outro jogo importante foi na Copa de 1962, no Chile, na campanha do bicampeonato com vitória por 2 a 1, gols de Amarildo (substituto de Pelé). Meu time de botão da Espanha é um Gulliver da série "FIFA World Cup Germany-2006", de plástico vermelho perolado, com adesivos das bandeiras dos países. O goleiro original foi substituído por caixa de fósforos (tipo grande), mais ágeis para defender a bolinha. Como o brasão das armas da bandeira da Espanha é muito semelhante ao escudo da seleção, mantive o botão todo original da Gulliver. Único ponto negativo dos modelos atuais da Gulliver é a bolinha, em formato de disco, que ao tocá-la fica em pé rodando, dificultando o domínio das jogadas. Nos jogos antigos da marca, a bolinha não fazia curvas, pois o disco não tinha angulação nas laterais. Neste exemplar, só falta mesmo colocar a numeração dos jogadores que ficaria bem legal, se fosse decalcável como nas antigas cartelas de Letraset, algo inimaginável na época que comecei minha coleção, pois fazíamos os números à partir de folhinhas de calendário. Hoje em dia, desenho os escudos no Illustrator, escolho a fonte das letras, quase sempre réplicas das famosas marcas de material esportivo e imprimo a arte rapidamente.
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| Cartela de placa de isopor para acondicionar os botões da Espanha (Gulliver), com goleiro feito de caixa de fósforos. |
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sábado, 13 de abril de 2013
México - "figurinha repetida" das Copas
O México
disputa as eliminatórias para a Copa do Mundo pela CONCACAF (América do Norte,
Central e Caribe) e está no hexagonal-final com Panamá, Costa
Rica, Estados Unidos, Honduras e Jamaica. Para a Copa-2014 classificam-se três seleções diretamente, mais uma vaga
na repescagem. A seleção mexicana é a atual campeã da Copa Ouro (2011) e vai jogar
a Copa das Confederações da FIFA-2013,
evento teste para seis novos estádios no Brasil: Fonte Nova, Maracanã, Mineirão, Brasília, Castelão e Arena Pernambuco. Sua maior conquista está ligada ao Torneio
Olímpico de Futebol, onde conseguiu a medalha de ouro em Londres-2012,
derrotando a seleção brasileira que já acumula três pratas em Olimpíadas. O México foi campeão da Copa das Confederações da FIFA-1999 e possui seis títulos da Copa Ouro da CONCACAF. Participa da Copa América desde 1993 com dois vicecampeonatos (1993/2001).
É o quinto
país em Copas do Mundo com 14 participações, incluindo uma como país convidado (1930)
e duas como país-sede (1970/1986), superando a vicecampeã Suécia e o bicampeão
Uruguai ambas com 12, assim como os campeões Espanha, França e Inglaterra, todos
com 13 mundias (veja gráfico). Mesmo
se classificando para a Copa do Mundo-2014 no Brasil, não mudará sua posição no
ranking de participações, pois na quarta colocação está a Argentina. Com o
Brasil já classificado (recordista com 20 Copas) a Argentina bicampeã mundial com
15 Copas, deve ficar com uma das quatro vagas das Eliminatórias Sulamericanas, restando
ainda a 5ª vaga na repescagem com a Oceania, como aconteceu na Copa de 1994. Nas estatísticas, o
México só perde o quinto lugar se não passar nas eliminatórias e as seleções da
França, Espanha ou Inglaterra se
classificarem pelas vagas da Europa. Sempre uma "quase" força nas Copas do Mundo, a melhor colocação do México foi o 6º
lugar por duas vezes, exatamente, quando
foi país-sede nos mundias de 1970 (Itália 4 x 1 México) e 1986 (Alemanha Ocidental 0 x 0 México; penaltis 4 x 1). No entanto, também possui a pior
colocação da história das Copas, quando foi último lugar por três vezes em
1930/1958/1978. O México é a única seleção não-finalista (nunca passou das
quartas-de-final) entre os “top 10 das Copas” que reúne as oito equipes campeãs,
talvez pela hegemonia da seleção na CONCACAF, seguido pelos Estados Unidos com nove
participações em mundias.
A cartela dos escudos de
futebol de botão que desenhei foi baseada no uniforme home da Adidas, com detalhe das três
listras das mangas em vermelho, usado pelo México na Copa de 2010, como também aparece no 2º uniforme black. Não fiz a escalação dos aztecas que jogam basicamente no esquema 4-4-2, com velocidade e força na marcação. Fica o destaque para o número 14 usado
por "Chicharrito" Hernandez, craque do Manchester United e 10 para o brasileiro Giovani dos Santos. No botão, ficaria bem competitivo se adesivado nos times da Gulliver ou nas lendárias "lentes de relógio", leves e que encobrem facilmente o goleiro.
domingo, 10 de março de 2013
Itália - 2009
Caros leitores, continuando a série dos times que vão jogar a Copa das Confederações 2013 da FIFA, apresento a ITÁLIA representante da Europa por ter sido a vicecampeã em 2012, não repetindo o título de 1968. A seleção italiana está no grupo do Brasil, México e Japão. A arte da Itália é baseada nas cores do uniforme home 2009 da Puma que foi usado na última Copa das Confederações da África do Sul em 2009. O azul ciano claro e o branco são as cores básicas, porém há uma versão marrom para o calção. Os escudos combinam com o botão azul da marca Gulliver que lançou em 2010 a série "Futebol de Botão Oficial", muito semelhante ao seu modelo "disco" de plástico dos anos 1970, porém, com dois tamanhos de botão, goleiro de caixinha e trave nos padrões oficiais. A cor tradicional do uniforme da Itália é o azul, em homenagem à realeza dos Savóia que unificou o país no século 19. O emblema da FIFA World Champion 2006 marca o tetracampeonato conquistado na Copa da Alemanha - 2006 (depois de 24 anos do tri - idêntico ao Brasil!), quando a squadra azurra derrotou a França. Seria mais atual colocar a Espanha campeã mundial em 2010 com o emblema da FIFA, mas vou mostrar a seleção da fúria com o botão original da Gulliver, série "FIFA World Cup Germany 2006" que está na minha coleção. Fiz uma escalação da Itália mantendo nomes importantes da geração 2006-2010, como Buffon, Canavarro, Zambrota, Pirlo e Balloteli - atacante de origem ganesa que foi destaque da Euro-2012. O maior artilheiro da seleção italiana é Luigi Riva (35 gols) que jogou a final contra o Brasil em 1970. Outros goleadores foram "Totó" Schillaci (6 gols na Copa da Itália - 1990); Del Piero, Roberto Baggio e Paulo Rossi (todos com 27 gols). Rossi chamado de "il bambino d'oro" marcou três gols contra o Brasil na Copa da Espanha - 1982. Quatro anos antes na Argentina, os italianos formariam a base do time tricampeão de 82, que eliminou a melhor seleção brasileira que vi jogar, comandada por Júnior, Falcão, Sócrates e Zico. Não foi à toa: com o placar de 2 a 2 o Brasil se classificaria, mas o "futebol arte" do técnico Telê Santana atacava a perigosa equipe italiana que logo marcou o terceiro gol. Contra o Brasil foram grandes confrontos envolvendo disputas de títulos como na Copa de 1970 (México) e na Copa de 1994 (Estados Unidos) assim como no Torneio do Bicentenário da Independência dos EUA (1976) com o mesmo placar emblemático de 4 a 1 para o Brasil, com gol de Zico. Ainda houve a disputa do terceiro lugar na Copa de 1978 (Argentina) onde o Brasil ganhou por 2 a 1 e ficou conhecido como campeão moral do torneio, pois a Argentina chegou à final em casa depois de "golear" o Peru por 6 a 0 na segunda fase. Se a final de 2006 ficou marcada pela expulsão do francês Zidane após a cabeçada no peito de Materazzi, para a Itália o título também espantou o fantasma das disputas de penaltis como em 94 contra o Brasil. Enquanto ficamos à espera de mais uma possível decisão Itália x Brasil nos gramados, no futebol de botão pode ter chegado a hora de Brasil x Argentina na final. Claro, pois poderíamos validar aquele gol de cabeça do Zico no jogo Brasil 1 x 1 Suécia na 1ª fase da Copa de 1978, quando o juiz apitou o final da partida antes da bola entrar. Com a vitória, o Brasil poderia pegar los hermanos na decisão. Mas isso é outra grande história...só no botão mesmo!
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| A Itália no jogo contra a Argentina na Copa de 1982: em pé: Zoff, Antognoni, Scirea, Graziani, Collovati e Gentile; Rossi, Conti, Cabrini, Oriali e Tardelli. (autor: El Gráfico - 1982) |
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sábado, 26 de janeiro de 2013
Uruguai - Copa 2010
Caros leitores, estou começando a série dos times que vão jogar a Copa das Confederações 2013 da FIFA, evento teste para a Copa de 2014 no Brasil. O Uruguai foi escolhido como representante da América do Sul, como campeão da Copa América (2011) realizada na Argentina, onde o Brasil foi eliminado pelo Paraguai nos penaltis, errando as cinco cobranças. A "celeste olímpica" (bicampeã de futebol nas Olimpíadas de Paris 1924 e Amsterdã 1928) vai se juntar a Espanha, atual campeã mundial e da Eurocopa 2012, Taiti, representante da Oceania, mais o campeão africano (Copa Africana de Nações 2013). O grupo do Brasil, classificado por ser a próxima sede do Mundial, vai ter a Itália (vicecampeã da Euro 2012), México (Concacaf) e o Japão pela Ásia. A arte do Uruguai é baseada nas cores do uniforme home 2010 da Puma, com algumas estilizações, sendo meu primeiro desenho desta fase do blog, feito ainda no software FreeHand 11 (aprendi muito com meu amigo Gerson Mora). Meu time é bastante ofensivo, escalado com tres atacantes, com Forlán - melhor jogador do Mundial da África do Sul - Loco Abreu (ex-Botafogo/RJ) que protagonizou uma cavadinha no último penalti das quartas-de-final contra Gana. Vale lembrar que o Uruguai ressurgiu como força na Copa de 2010 com algumas coincidências: foi derrotada pela Holanda (Grupo C em 1974), terminando em 4º lugar, mesma posição da Copa de 1970 onde também perdeu para a Alemanha (Ocidental). E não pára por aí: o Uruguai (campeão em 1930/1950) foi uma grande potência do futebol até o Mundial do México'70, perdendo a chance de disputar o tricampeonato, justamente para o Brasil (bicampeão em 1958/1962) que venceu a Itália (bicampeã em 1934/1938) ficando definitamente com a Taça Jules Rimet, até ser roubada em 1983. A Gulliver lançou em 2006, na série "FIFA World Cup Germany 2006", um botão azul celeste da Argentina que combina com os escudos do Uruguai. Quando comprei este botão, pensei em decorar com escudos da seleção uruguaia que ficou de fora da série da Gulliver. Esses times de seleções vem com adesivos da bandeira do país, o que acho, particularmente, muito chato para os botonistas, pois lembro bem dos emocionantes Gulliver anos 80 com os escudos das seleções.
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| Botões azul celeste (Argentina) da Gulliver: cores peroladas para as seleções |
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| Cartela da coleção de Futebol de Botão da Gulliver "Germany 2006" |
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